segunda-feira, 20 de junho de 2016

Dão um certo toque...

...os lenços, sim os lenços seja em que estilo for dão sempre um certo toque, ou mais formal ou mais descontraído.
Agora, voltou a estar na moda os lenços curtos, digo voltou pois lembro-me perfeitamente em miúda usar e andar sempre à volta dos lenços da minha mãe, pois ela, contrariamente às modas, sempre usou lenços curtos.

Entre usar no pescoço, no cabelo como fita ou como elástico, até usar no pescoço há muita variedade, mas para mim a primeira escolha é usar no pescoço.
Para ser sincera das vezes que tentei colocar no cabelo ficava sempre estranho, então só uso num ambiente mais descontraídos, na praia ou em festivais.

Agora sempre que entro uma loja vou em buscar destes lenços, estando deveras apaixonada pela quantidade de looks que nos possibilita fazer nas mais diversas ocasiões.

 (o segundo já cá canta e por sinal muito versátil pela quantidade de cores)

M de dada*













quinta-feira, 9 de junho de 2016

Santos Populares

Os Santos Populares este ano começaram a ser celebrados mais cedo, e que bem que foram!!
O fim-de-semana propriamente dito dos Santos Populares, o que se avizinha, estarei  no Algarve então antecipei-me e foi uma grande descoberta!
Longe da confusão do 13 de Junho, os fins-de-semanas antes e depois da data têm festa garantida mas com menos gente, onde se consegue circular e falar à vontade.
Fiquei ainda mais fã dos santos populares, pelo ambiente, pelas pessoas, pelas as tradições e pelo típical!!

Foram dois dias seguidinhos, o primeiro na Bica e em São Pedro de Alcântara, o segundo em Alfama. Ambos novidades para mim mas os de eleição, sem dúvida!!

No primeiro dia a intenção era ir à Rota das Tapas com as manas Fi e R* que, este ano, coincidiu com a altura dos santos, uma feliz coincidência!! Foi o meu record, fomos a 5 tapas, e que boas que eram, as escolhas nem sempre são fáceis e por vezes a quantidade de pessoas dificulta, mas este ano começamos bem cedinho, por volta das 20h o que facilitou muito a nossa vida. Após as tapas acompanhando o espírito que já se vivia nas ruas ficámos pelos santos até noite fora...









No dia seguinte, não satisfeita com a noite anterior, voltei aos santos mas desta vez com um
grupo de famílias amigas que se reuniram e rumaram a Alfama.
Começou por um jantar junto à associação de moradores de Alfama, com a típica sardinha, a típica febra e não podia faltar a sangria para as mulheres e a cerveja para os homens.  A praça escolhida, foi logo a primeira que vimos, estava junto à associação de moradores o que nos permitiu ter  o privilegio de ver em primeira mão a marcha a desfilar. Já bem animados com o jantar fomos para as ruas e  para outros largos, onde a animação era cada vez maior, aproveitando o bailarico, o ambiente e também para conhecer a zona.







Fica a recomendação de ir aos santos fora do fim-de-semana caótico e combinar com uma grupo de amigos uma jantarada típica desta altura.

Será que me despeço até para o ano Santos Populares ou será que ainda sou capaz de ir dar mais um pezinho de dança nos outros arraias!? Veremos...

M de dáda*

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Arrivals ✈

Pontualmente lá vou eu até ao aeroporto, como se de um destino se tratasse. É certo que ultimamente tem sido apenas para apanhar passageiros mas que se torna numa felicidade extrema, não só pelas saudades mas por ir às chegadas.
Sítio pelo qual não consigo ser indiferente sempre que lá vou, tornando-se um dos meus lugares preferidos.


CHEGADAS... Talvez 'a espera' mais desejada por muitos, onde as emoções são incontroláveis assim que ao virar da esquina aparece um rosto conhecido.  Enquanto se espera muitas histórias passam por nós e a imaginação dá frutos, tendo pistas do destino e do tipo de viagem pelos rostos das pessoas, pela cor da pele, pelos recuerdos que trazem consigo  ao desfilarem pela rampa fora. E engraçado que é quando cada qual já tem um sítio estratégico para esperar, posicionando de forma a estar ao alcance da porta de saída
Por vezes a emoção dos outros também nos toca e que confortante é estar naquele lugar onde apenas há finais felizes e um regresso a casa preenchido. Recordo com saudade os momentos de ansiedade que vivia na véspera e na espera, empoleirada no corrimão com cartazes quando era miúda e mais recentemente do momento em que mudei de posição, regressando de uma aventura marcante na minha vida tinha la, ao virar da esquina, quem mais desejava. Nesses momentos a certeza é maior quanto ao lugar onde pertencemos e os nossos também...


É bom ir, mas é muito melhor regressar

M de dada**

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Costa Vicentina # parte I

Ao longo deste ano de tese foi havendo umas pequenas fugidinhas como escape e muitas vezes inspiração.
No verão, desde sempre, foi estipulado ter duas semaninhas de férias. Uma com o C e outra com a família. Escusado será dizer que as férias com a família se prolongaram...

Com o C foi uma semana apenas, sem tirar nem pôr, mas uma semana muito preenchida e reconfortante.


Destino? Costa Vicentina
Paragens? Porto Covo, Vila Nova de Milfontes, Almograve, Zambujeira do Mar, Odeceixe, Aljezur, Arrifana ... e muitas praias

No primeiro dia visitámos Porto Covo, Ilha do Pessegueiro, Vila Nova de Milfontes e Almograve.




"Pelos caminhos de Portugal"

1º Paragem: Porto Covo, passando por Sines
apenas para deslumbrar a magnifica paisagem


2º Paragem: Ilha do Pessegueiro
 Praia da Ilha, com vista para a Ilha do Pessegueiro.
Primeira praia onde assentámos arraiais, fizemos umas horitas de praia e almoçamos com a marmita que trouxemos de casa

3º Paragem: Vila Nova de Milfontes
E que bela paragem, já a meio da tarde, uma pausa para beber um belíssimo sumo de ananás e o C comer uns caracóis 

Por último: Almograve
Onde ficámos alojamentos na pousada de juventude

O anoitecer visto do quarto**

TO BE CONTINUED...